A gente quer aproximar as crianças (e todo mundo que brinca junto!) de um jeito mais livre e criativo de se divertir e aprender. A gente quer entrelaçar a história de quem compra na de quem faz. A gente quer chegar mais perto de você e conversar sobre o impacto das nossas escolhas na vida.


	


Sonhamos e queremos contribuir com a redução do plástico e o fim da mão de obra escrava da produção em série de brinquedos descartáveis do nosso planeta.  Nós da Lolô somos criados por muitas mãos e trabalhamos com fio de algodão. A gente nasce na cabeça da Helô e ganha forma em Mato Grosso do Sul, pelo trabalho das artesãs do grupo Mãos que Brilham, na cidade de Aparecida do Taboado. Uma rede de mulheres que a gente teve a sorte de encontrar, de crescer juntos e de fortalecer ao longo dos anos. Elas podem criar os Lolôs na cadeira de balanço sob a sombra da árvore, perto dos filhos, com todo o carinho e dedicação. Quando você compra o Macaco Zé, a Coelha Licala, o Urso Ico ou qualquer outro Lolô da nossa turma, está dando muitos passos com a gente e fazendo essa rede mais forte.

	
Chega mais perto, vem conhecer quem está por trás de tudo isso! 

Sou Heloisa, 47 anos, filha do Zélito e da Quinha, nasci em uma pequena cidade chamada Tanabi, que em Tupi significa Rio das Borboletas.

Fiz Comunicação Social, no tempo em que corrigíamos o texto e, se houvesse algum erro, tínhamos que correr na gráfica para pedir a impressão correta da palavra e fazer um paste up :) 

Casei-me com o Bernardo e nos mudamos para EUA onde nasceu nosso primeiro filho João, hoje com 17 anos. Voltamos para o Brasil, nasceu Francisco, hoje com 15 anos. Nesse meio de tempo tive uma loja chamada Balaio Brasil onde selecionávamos produtos brasileiros e feitos à mão. Sigo nesta vida apaixonada pelo Brasil.

Mudamos para a Inglaterra e a loja fechou. Ficamos por lá 5 anos e quando voltamos para o Brasil decidi fazer o curso de Arquitetura, me formei em dezembro de 2014. Aí nasce a Lolô, que mistura todas essas experiências e desafios. O caminho é o que mais importa pois é por ele que encontramos as pessoas.